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Piercing, usar ou não?
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PIERCING USAR OU NÃO USAR?

 

 

 

Faria alguma diferença do ponto de vista espiritual ou não? Talvez você em algum momento já fez essa pergunta, então tentaremos respondê-la historicamente e com base Bíblica. Por que a Bíblia? Simples, porque a Bíblia é a regra de fé e de conduta de todo cristão. Aquele cristão que quiser guiar-se por seus nos seus conceitos ou nos dos outros perde-se-á em seus próprios caminhos, afastando-se cada vez mais da conduta moral e espiritual traçada para todo cristão na Bíblia.

 

É interressante observar que a palavra “piercing” é da língua inglesa e quer dizer: “aquilo que penetra, que fura, que abre um buraco em alguma coisa” e  embora esteja sendo utilizado há pouco tempo entre nós, à verdade é que o uso do piercing é bem antigo, sendo originado na Índia, onde está relacionada com a religião hinduísta, com seus milhares de deuses. O piercing, para os hindus, é um objeto segundo o qual a pessoa dedica parte do seu corpo a uma determinada “divindade”, dando permissão para a entrada e domínio por parte da divindade desta parte do organismo. Portanto, a colocação de um piercing está vinculada a esta idéia de contato espiritual com uma divindade, a uma abertura a uma determinada divindade. Por conseguinte, nota-se que o uso do piercing remete à idolatria e ao politeísmo, ou seja, é um comportamento totalmente contrário a Palavra de Deus que nos diz que: só há um Deus e que somente a Ele devemos reverenciar.

 

Alguém pode dizer, no entanto, que o fato de o piercing ter sido utilizado, primitivamente, para a idolatria, ou mesmo, entre seus admiradores, não pode, em absoluto, levar a conclusão  de que seus atuais usuários o estejam fazendo com este intuito e, ao afirmarmos que este uso contraria a Palavra de Deus, estaríamos radicalizando. Sem dúvida estamos radicalizado, mas não no sentido do fanatismo religioso, e sim no sentido de que estamos indo até as raízes de determinada conduta para descobrirmos sua origem, sua finalidade e seu propósito.

Os demais usuários da atualidade estão apenas imitando os artistas e os grupos de cultura alternativa que são responsáveis pela introdução desta moda no Brasil. Mas, o  que significa imitar? Imitar diz os dicionários, “é reproduzir ou procurar reproduzir, é assemelhar-se, é assimilar, ou seja, quem está imitando alguém está buscado repetir o que alguém está fazendo, passar adiante uma determinada prática, com todas as suas características e sentidos”. Em outras palavras é estar de acordo com aquilo que está sendo copiado. O imitador neste caso dá a sua aprovação a tudo (crenças, concepções, teorias e mensagens) que está sendo reproduzido.

 

Vejamos o exemplo de Paulo. O apóstolo afirmou que fossem seus imitadores assim como ele era de Cristo (I Co. 11.1). Ao se dizer imitador de Jesus, Paulo afirmava que estava reproduzindo o mesmo estilo de vida de Cristo, Suas mesmas atitudes, Seu comportamento, ainda que não tivesse consciência de todo o significado de tais gestos, mas, ao imitar o Mestre amado, Paulo concordava com tudo o que o Senhor fizera e ensinara.  

 

Destarte é importante salientarmos, que o uso do piercing está tão ligado a estas crenças hinduístas que os locais de colocação dos mesmos (sobrancelha, orelha, nariz lábios, língua, umbigo, e genitália) correspondem, exatamente, aos pontos correspondentes os chamados “chakras”  na religião hindu. São os centos de energia onde se daria a interação entre o corpo e a mente,  de onde se poderia estabelecer sobre a mente e o corpo de alguém. Como bem se observa, portanto, o uso de piercings está totalmente vinculado à colocação do nosso corpo a disposição destas forças espirituais, destes chamados “deuses”que, como servos de Deus, sabemos que se tratam de hostes espirituais da maldade, que combatem incessantemente contra o povo de Deus (Ef. 6.12).

 

E finalmente os próprios usuários do piercing no Brasil dizem que ele também está vinculado com o exibicionismo corporal, ou seja, uma forma erótica de se mostrar, inclusive com finalidades de atração física. Em outras palavras leia-se algo sexy. Ora, toda e qualquer atitude que tenha por objeto fazer com que o corpo seja um instrumento de lascívia, de sensualismo, é totalmente contrário ao propósito bíblico do corpo como instrumento de santificação (I Ts. 5.23). A Bíblia é expressa ao afirmar que o nosso corpo não é um meio de favorecimento da impureza sexual (I Co. 6.13,18). E como não há comunhão entre a luz e as trevas (II Co. 6.14 b) e o corpo do cristão é o templo do Espírito Santo (I Co. 6.19), naturalmente se alguém está em Cristo, anda na luz (I Jo. 1.6) e pratica a verdade o próprio Jesus disse que tais pessoas vêm para a luz (Jo. 3.21), de forma que alguém que seja, efetivamente, um servo do Senhor não estará colocando o seu corpo à disposição de quem quer que seja a não ser o Espírito Santo de Deus.

 

 

 

Nota do editor: Agora reflita no que foi dito e julgue você mesmo: usar ou não usar? Que Deus lhe dê sabedoria para discernir e decidir corretamente.